Wednesday, 4 February 2026

Arouca e arredores - 2012

Um resolução que me custou, ir a Arouca. Nessa altura a estrada era complicada, apenas 35 km??? mas com muitas curvas. Por isso, resolveu-se ficar num hotel para sossegar os enjôos. Lembrei-me agora que o hotel tinha 3*** e era super confortável, perto do centro histórico e com uma varanda virada para o vale e a serra da Freita.

Andou-se a pé pelas ruas. Esta era uma vivenda/casa numa rua principal, que tinha no jardim várias esculturas que muito admirei. Não é museu??? não vi inscrição nenhuma mas, sobretudo, fiquei encantada pelas estátuas que me lembram (algum) escultor cujo traço lembro vagamente.  

 

Aqui o Mosteiro da Rainha Santa Mafalda, filha de D. Sancho I, séc.XII/XIII, onde se teria recolhido até ao fim da vida. Foi convento feminino da ordem de Cister, juntando um valioso espólio graças a doações e heranças através dos tempos. Tem um Museu de Arte Sacra precioso. Em procura descuidada, encontrei uma vez mais o que a sorte dita a estas belas casas, conventos e mosteiros: uma parte está está "transformada" num hotel de muitas estrelas

Os interiores monumentais

A S. Santa Mafalda e o seu túmulo à vista

Depois há as casas, das humildes às brasonadas. Esta abaixo a quinta dos Malafaias
Bem, mas o que nos levou lá foi mesmo observar os "restos do tempo" que ali são testemunho de vidas passadas

 

Apenas que do presente se trata aqui, a boa vitela barrosã assada como em casa



Rumo à serra... 

Uma paisagem muito bela 


E nos planaltos, o gado tranquilo, os muros artesanais


Sim, é por parecerem boroas
Às tantas passamos pelo meio de uma aldeia, sem saber, o automóvel escorregava entre muros, muito perto das casas,

até dos estábulos
E chegamos ao miradouro da Frecha da Misarela, o tropeço do rio Caima em 75 metros de desnível,

entre rochas



Nestas andanças se chega ao fim do dia

 


Monday, 2 February 2026

Ponte de Lima

Fomos visitando o Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima várias vezes durante estes anos. É uma zona de que gosto e um acontecimento "anormal" na monotonia dos eventos das cidades. Creio que foi a primeira vez que lá fomos. O tema era "jardins para comer"; não tirei fotografias aos diversos cartazes explicativos mas havia notas muito interessantes sobre vários países e histórias relacionadas. 

O rio Lethes, o rio do esquecimento... e a sua ponte medieval e romana, tão graciosa
 

Almoçamos o que por lá é costume: papas de sarrabulho e rojões, numa esplanada virada ao rio

O parque onde se realiza o festival está muito bem estruturado e arborizado







 

Deixei para o fim as minhas queridas gardénias, tão difíceis de encontrar, com um cheiro apaixonante, quase doce. Conheço-as desde os anos 60...


Na volta e que volta! ainda se passou na Praia de Amorosa, apesar do tempo enevoado.

A day for all seasons!

 


Lisboa para os 70 anos

 No entrementes das férias, os passeios. A Lisboa para os 70 anos e, claro, família, amiga M. e alguma "arte". Apontar.

Do ninho do 5º andar, sempre vistas repetidas e magníficas. 


 No caminho para o restaurante, numas escadas da moda, o "Buenos Aires", deitar olhos ao castelo de S. Jorge, sempre fotogénico e imponente, na luz do fim de dia.


Escadinhas pela noite e ida ao CCB para exposição de arte moderna

E com a arca de Noé que, penso, irei ver outra vez mais tarde, acaba-se uma das estadias em Lx.