Friday, 20 February 2009

Antigo

Sempre lutamos contra moínhos, deixando fugir o vento.


O tempo de Cristóvão Colombo ter lá vivido, casando-se com uma das filhas de Bartolomeu Perestrelo. Onde uma casa-museu o relembra.

Do entretimento






Tempo de férias - são cerca de 5 mil pessoas residentes que se multiplicam três ou quatro vezes em tempo de verão. Apuram-se os cavalos e, mais recentemente, os buracos do campo de golf que já se instalou na vertente sul.
Li algures que se esperam, num próximo torneio, mais de 80 amantes germânicos dum desporto elitista. Turismo de qualidade, diz-se.
Numa ilha onde a água foi/é uma preocupação.
Será que, nessa ilha encantada, a profissão do futuro é ser "caddie" ou apanhar bolas perdidas?

Um jardim






...que empresta a felicidade aos bichos à solta.
Disseram-me: "uma professora" que se apaixonou pela ilha e lá ficou.
Achei um final feliz para uma paixão.

Ruas de mar à vista









Subindo da praia sem pressa.
Passos negros de lava e verdes luxuriantes.
Sangue-de-dragão venerado e sempre encontrado nas ilhas do Atlântico.
O dragoeiro que me entretenho a descobrir.

Pedras belas







Soltas no mar.
Nos declives, despenhadas nos caminhos.
Areias tão gentilmente estratificadas que a mão as reconhece.

Wednesday, 18 February 2009

Perto do chão









... a ver os rochedos de capricho, o Ilhéu da Cal, as linhas de água.
As cores que mudam em acordo de céu e mar, conforme estão as nuvens.
Coelhos da cor da terra que saltam pela encosta abaixo quando se batem palmas.

Cores de intensidade







Sem uma cidade.
Que é vila, a Vila Baleira, de que nunca tinha ouvido falar.
Onde aportavam piratas.
Diz-se que pela noite os habitantes punham tochas nos cornos dos bois e os espalhavam pelos 9 km de praia, multiplicando assim as presenças e desmotivando o desembarque dos corsários.
Não li, foi um velho habitante que me contou a lenda.