Sunday, 17 February 2013

Camélias vermelhas 4












 












Seguem, como bandeiras ao sol de Inverno.

Camélias 3, desta vez, vermelhas










... como o sangue, a ira, os cravos, a liberdade.
Recolhi-as, uma a uma, para que acompanhassem esta mudança, este fervilhar revoltado que as pessoas ouvem e sentem.
Na pele.
Arrepiada.

Saturday, 16 February 2013

Brancas camélias 2














Seguindo
a brancura iluminada.

As (minhas habituais) camélias 1










Deixo-as à solta, as brancas.

(porque uma amiga gosta de flores brancas e as escolhi para ela)

Hoje, mais um dia de cólera neste país de notícias negras.

Wednesday, 6 February 2013

Terras...V

Bernardim Ribeiro, poeta e escritor renascentista, foi-me grato encontrá-lo e lembrá-lo, ali.




Nascido muito provavelmente em Torrão, em 1482 (?).

"Menina e moça me levaram de casa da minha mãe para muito longe. Que causa fosse então a daquela minha levada, era ainda pequena, não a soube...
...grande desaventura foi a que me fez ser triste ou, per aventura, a que me fez ser leda..."




"... nas suas mesmas terras, os que nunca mudaram não se podem escusar de ver nojos cada dia e cada hora do dia."...

Tanto me pareceu igual o nojo dos dias! e estas palavras são minhas, hoje.

(Obra de Bernardim Ribeiro "Menina e Moça" excertos da Selecta Literária, livro único para o ensino liceal, anos 50)