Nestas andanças e visões, eu que só via as camélias "por onde passava" nas dobras dos caminhos, tenho agora a oportunidade de as (re)conhecer e ver de perto, de colecção, de jardins, de expositores.
As exposições, uma ou outra de quando em vez.
Mas sobretudo o que me encanta são os apaixonados delas, das camélias,
paixão pelas cores e diversidade dessas "rosas de Inverno".
Então.... as rosadas como pele de criança:
Tuesday, 1 April 2014
Wednesday, 12 March 2014
Passam os anos I
E o Palácio de Cristal que sempre lhe ficou o nome.
Onde as japoneiras são árvores que já me viram em criança. A brincar.
Mais velha, a namorar - que é um jardim romântico.
Por ali em frente, ia para "as freirinhas" ou para casa da tia que tinha quintal e onde havia o Miki, gato preto sedoso. Tal como as camélias, os gatos amigos da minha infância.
E espreito a bela encosta, toda virada ao rio e ao sol.
Às vezes, os lugares calados que me falam alto.
Onde as japoneiras são árvores que já me viram em criança. A brincar.
Mais velha, a namorar - que é um jardim romântico.
Por ali em frente, ia para "as freirinhas" ou para casa da tia que tinha quintal e onde havia o Miki, gato preto sedoso. Tal como as camélias, os gatos amigos da minha infância.
E espreito a bela encosta, toda virada ao rio e ao sol.
Às vezes, os lugares calados que me falam alto.
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Camélias de 2014 Palácio
Passam os anos
Do Inverno e na febre das camélias.
Este tempo doloroso, inacessível aos lugares que gosto, cheio de chuva.
As brancas são as mais frágeis, como se a ferrugem da água lhes caísse.
Daí que me lembre todos os anos, este tempo de cantar as flores que conhecia "de olhar".
Solto-as todas aqui.
Este tempo doloroso, inacessível aos lugares que gosto, cheio de chuva.
As brancas são as mais frágeis, como se a ferrugem da água lhes caísse.
Daí que me lembre todos os anos, este tempo de cantar as flores que conhecia "de olhar".
Solto-as todas aqui.
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Camélias de 2014 J. Rotunda
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