As casas viradas para as ruas sossegadas, privilégio que notei há mais de 40 anos.
Saindo... como se entrasse!
Monday, 2 November 2015
Londres XLV - Holland Park 3
Enfim, tinha lido escassas notícias sobre ele: o Kyoto Gardens. Não está nos principais roteiros de Londres. Passaria despercebido se não conhecesse o Holland Park: é qualquer coisa como um pequeno e precioso parque-sonho miniatural. Foi oferecido pela Câmara de Comércio de Kyoto ao Royal Borough of Kensington and Chelsea em 1991.
(o preciosismo e perfeccionismo inglês nos nomes destas divisões da cidade... Sabemos sempre onde estamos! E a cortesia, mesmo para proibir, começa em cada frase: "please")
Deixo que as fotografias desse fim de tarde lembrem as artes e motivos orientais que tanto admiro.
As carpas Koi, de cores diversas,
um pequeno efeito de árvore no velho tronco
(o preciosismo e perfeccionismo inglês nos nomes destas divisões da cidade... Sabemos sempre onde estamos! E a cortesia, mesmo para proibir, começa em cada frase: "please")
Deixo que as fotografias desse fim de tarde lembrem as artes e motivos orientais que tanto admiro.
As carpas Koi, de cores diversas,
um pequeno efeito de árvore no velho tronco
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Londres 45
Sunday, 1 November 2015
Londres XLIV - Holland Park 2
ah... ainda havia camélias e outras flores conhecidas.
Aprendi que uma zona de azáleas - ou rodoendros - foi plantada como um Memorial Garden, lembrando o desastre de Fukushima, acidente nuclear ocorrido em 2011. Cerca de 150.000 pessoas tiveram de ser evacuadas. As imagens mais recentes do local (que vi agora, Out. 2015) parecem absolutamente irreais, como um filme de terror em que o medo e o abandono são mudos.
A Natureza não me faz nunca perder o sentido das dores do mundo, mesmo que o suavize, o disperse, em momentos de cor. A meu lado andam, numa aflição contraditória, a beleza e a monstruosidade.
Aprendi que uma zona de azáleas - ou rodoendros - foi plantada como um Memorial Garden, lembrando o desastre de Fukushima, acidente nuclear ocorrido em 2011. Cerca de 150.000 pessoas tiveram de ser evacuadas. As imagens mais recentes do local (que vi agora, Out. 2015) parecem absolutamente irreais, como um filme de terror em que o medo e o abandono são mudos.
A Natureza não me faz nunca perder o sentido das dores do mundo, mesmo que o suavize, o disperse, em momentos de cor. A meu lado andam, numa aflição contraditória, a beleza e a monstruosidade.
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Londres 44
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