Wednesday, 2 December 2015

Londres LXXXVII - Sair do British Museum

Já cá fora, já com saudades: é um lugar fácil e afectivo.
Mais de 5 horas que correram prazenteiras, pode-se sair e entrar sempre que se queira. A loja do museu é esfuziante! E as ruas à volta têm um carácter muito especial, antiquários, lojas de livros, curiosidades e gente na rua.














Sloane Square, meet Peter Jones, os armazéns de que lembro a secção de oportunidades. E de repente, situo algumas coisas que de lá trouxe e ainda guardo.
 






 E, se de repente me apetecesse uma casa pintada de roxo?














A rua que tantas vezes percorremos, Kings Road. 
No séc. XVII era utilizada pelo rei Carlos II nas suas saídas para Kew e Hampton Court. By yhe way, este rei casou-se com D. Catarina de Bragança, filha do nosso D. João IV. Diz-se que foi ela que introduziu o uso do chá entre a corte inglesa.









Como eu gosto destas ruas! Associadas à moda dos anos 60/70, eram cheias de vida alternativa. Ao fim da tarde, havia um lugar onde parávamos para comer, em pratos de madeira, hamburguer e saladas, uma espécie de lanche/jantar. 

 Em honra dessa recordação, no Byron's,

e um aceno da extravagância de hoje que podia ter sido há décadas!

Tuesday, 1 December 2015

Londres LXXXVI - British Museum 9

Ao final da caminhada, volto-me de novo para os Gregos e os Romanos.










Estátua de Apolo com uma cítara (cópia romana)

Friso grego do Partenon, ainda hoje objecto de grande controvérsia. Turcos ocupantes da Grécia que usaram o Partenon como paiol de guerra! Lord Elgin que se aproveitou da confusão e Lord Byron, entre outros, que o criticaram duramente. É uma história de guerra, pilhagem e hipocrisia. Parecida com outras guerras de hoje.



Afrodite(s) (cópias romanas das deusas gregas)


Londres LXXXV - British Museum 8

Intervalo para relógios: não sendo uma das minhas preferências, vi-os de passagem. Há milhares numa galeria a eles dedicada no BM, alguns curiosos e que são como minúsculas peças esculpidas e instrumentos intrincados.
Mas em Serpa há um pequeno mas magnífico "Museu do Relógio"!

"You must remember this...
  the fundamental things apply
  as time goes by".






Londres LXXXIV - British Museum 7

Retomar o fôlego para a Grande estatuária, viajando por templos/tempos infinitos.















... e daqui, desse Rio Nilo e a sua admirável civilização egípcia,
 passo para as margens do Tigre, directamente para os Assírios.




Visitando a chave de muitos mistérios dos símbolos e hieróglifos , uma espécie de dicionário  bilingue da Antiguidade (línguas egípcias e grego antigo) cuja existência e explicação me admiraram sempre: a Pedra de Roseta. Quase impossível fotografá-la, está agora dentro de uma vitrine de vidro. Quando a vi há anos, podia ver-se tão perto que se percebiam os diferentes caracteres.