"Je vous parle d'un temps
que les moins de vingt ans
ne peuvent pas connaître...
...ça voulait dire on est heureux..."
"La Bohème" Charles Aznavour, 1965
50 anos me separam deste sentimento. Passeando por lá, "sans lilas".
mas encontrando as violetas de Toulouse!
Igreja de St. Jean de Montmartre, uma surpresa pela arquitectura Arte Nova e interiores. Uma igreja...musical!
Tinha lido sobre a qualidade e abundância da "água de Paris" e os chafarizes espalhados pela cidade. Estes pequenos e graciosos monumentos, com bicas donde se pode perfeitamente beber ou encher as garrafas, foi um dos pormenores que achei encantadores.
E rumo ao Trocadero, para ver uma vez mais, Paris do alto da sua majestade.
Palais de Chaillot, com vários museus e Teatro
Vai ser...impossível, vê-la e não a fotografar sempre! Elegante, leve e inesperada. Multidões de todas as raças e feitios, sentadas, a andar, a comer, a tomar banho, a fotografar: Paris (possível) no mês de Agosto.
Risos numa cidade aberta, com uma oferta cultural imensa.
Onde seria preciso andar mais e mais, pelas ruas e travessas, descobrir e visitar muitas vezes.
Saturday, 2 January 2016
Friday, 1 January 2016
Paris 2015 - 3 Sacré-Coeur
Manhã de Paris. Sabia percorrer a pé o caminho para Basílica do Sacré-Coeur, por Anvers, e assim foi.
Sempre me pareceu um bolo gigante, com torres cobertas de glacé. Coroando uma alta colina em Montmartre, tem uma vista espantosa sobre os telhados cinzentos e os meios tons de Paris. Tendo saído de Londres, cidade do tijolo e cor de creme, foi essa a sensação que tive há mais de 40 anos: o tom cinza-ardósia dos telhados de Paris.
Igreja de S. Pedro de Montmartre e convento beneditino, construído no séc. VI DC. Montmartre onde haveria um templo romano dedicado a Marte (e se andar pela história adiante apanho uma referência aos reis Merovíngios e à Gália, sem contar com Astérix, o Gaulês que tanto nos divertiu na juventude). Neste caso, e sendo Marte o deus da guerra... observei o que também iria verificar mais tarde: um sistema de segurança aterrador, soldados de armas poderosas e camuflados. Não são polícias: são soldados. E já não sei que mundo é este!
Pela hora, era tempo duma sopa de cebola, quente e pegajosa de tanto queijo mas, mesmo assim, reconfortante.
Sempre me pareceu um bolo gigante, com torres cobertas de glacé. Coroando uma alta colina em Montmartre, tem uma vista espantosa sobre os telhados cinzentos e os meios tons de Paris. Tendo saído de Londres, cidade do tijolo e cor de creme, foi essa a sensação que tive há mais de 40 anos: o tom cinza-ardósia dos telhados de Paris.
Igreja de S. Pedro de Montmartre e convento beneditino, construído no séc. VI DC. Montmartre onde haveria um templo romano dedicado a Marte (e se andar pela história adiante apanho uma referência aos reis Merovíngios e à Gália, sem contar com Astérix, o Gaulês que tanto nos divertiu na juventude). Neste caso, e sendo Marte o deus da guerra... observei o que também iria verificar mais tarde: um sistema de segurança aterrador, soldados de armas poderosas e camuflados. Não são polícias: são soldados. E já não sei que mundo é este!
Pela hora, era tempo duma sopa de cebola, quente e pegajosa de tanto queijo mas, mesmo assim, reconfortante.
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Paris 15-3
Paris 2015 - 2 - Reconhecer as ruas do 10e
Era ainda o dia de chegada mas precisava de orientar as ruas, lojas, as compras, as paragens de autocarro, os lugares que iriam ser um hábito durante uns tempos. Comprar passes para andar por todo o lado, caríssimos!
Onde adquirir os "mantimentos", o bom pão francês, o queijo e demais vitualhas. Visionar e escalonar os dias e as visitas. Digamos que o reconhecimento do terreno...
Marché Saint Quentin
"Au bistrot avec agneau", típico, numa das esquinas da rua perto (a maior parte das indicações que levava eram sítios/restaurantes fechados durante Agosto!)
Aqui deixo duas imagens chocantes, outras nem tive tempo ou modo de tirar a fotografia: vagabundos, gente parada e de aspecto degradado, a cheirar mal. E receptáculos do lixo. Vi-os por todo o lado. Se foram escolhidos pelo design, e eventualmente por precaução pois são abertos, a ideia foi muito má.
Onde adquirir os "mantimentos", o bom pão francês, o queijo e demais vitualhas. Visionar e escalonar os dias e as visitas. Digamos que o reconhecimento do terreno...
Marché Saint Quentin
"Au bistrot avec agneau", típico, numa das esquinas da rua perto (a maior parte das indicações que levava eram sítios/restaurantes fechados durante Agosto!)
Aqui deixo duas imagens chocantes, outras nem tive tempo ou modo de tirar a fotografia: vagabundos, gente parada e de aspecto degradado, a cheirar mal. E receptáculos do lixo. Vi-os por todo o lado. Se foram escolhidos pelo design, e eventualmente por precaução pois são abertos, a ideia foi muito má.
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Paris 15-2
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