Pois! E antes que me esqueça de soltar os olhos desses lugares sempre mágicos.
Lembrança das pequenas parras como mãozinhas verdes, já a assomar das videiras, dos declives cheios de troncos escuros, em curvas impossíveis de esculpir pensando. Ao fundo o rio, de verde esperançado de cores outras, estava.
S. Martinho de Anta, Miguel Torga e os seu "Diários" que me acompanharam em adolescente.
Pinhão, os comboios, os azulejos, a planura do rio, a altivez das quintas.
A alegria da reconstrução primaveril: andorinhas!
Colocar as imagens das viagens. Para isso me serve este lugar.
Antes que Lisboa e Abril me encandeiem.