Sunday, 19 July 2015

Londres VIII - passeando em Kew Gdns

Muito para além da beleza do lugar, há um futuro que se preserva: 30 mil plantas diferentes e um número imenso - 1.980.405.036 em Março 2014 - de espécies conservadas em semente.
Deixo fluir os passos e as imagens, pensando o que é uma instituição destas com as suas associações botânicas e outras (o Millenium Seed Bank, em Wakehurst, Sussex, onde não fui mas tinha sabido da existência desde 2000), ter feito 250 anos que foi iniciada. Uma biblioteca viva de sementes e elementos para estudo: na alimentação, na agricultura, na florestação e na reparação dos eco-sistemas.
Neste momento, por exemplo, decorre uma recolha e identificação de "Angola's hidden flora": as pontes para o mundo real.






Lugar de paragem para repor "os açúcares"...

O (um dos) lugar onde as árvores são monumentos e lugares de afecto.





O "senão" da bela: na rota dos muitos aviões para Heathrow, tudo vibra sob as enormes asas de ferro. Um preço elevado do progresso, para o sossego que ali se desejava, nós, as plantas e os bichos.

Não vi tudo nem o pensei fazer, cruzei caminhos: mas andei quilómetros e encontrei uma "cottage" tradicional, Queen Charlotte´s Cottage, o lugar idílico para férias reais e em família.








Um abraço da Califórnia.

Londres VII - rumo a Kew Gdns

Amar a Natureza, conhecê-la, preservá-la, embalá-la, é uma cultura que se tem mas também se aprende. As gerações dos nossos antepassados muito teriam a ensinar, estivessem os novos dispostos a ouvi-los e, com humildade, reconhecer a importância da diversidade da Terra.
(por isso me irritam um bocado as notícias de Marte ou Plutão e haver tanto que fazer por cá...)

Aproveitando o tempo de Primavera que se fazia sentir gloriosamente, o dia seguinte foi direccionado para os KEW GARDENS. Metro, autocarro, a pé; e perceber que ir assim dá uma ideia dos arredores da cidade que de outra forma não veria.


Atravessando o Tamisa. Um olho azul de criança: e que bem me parecem ser tratadas as crianças, nas ruas, nos autocarros, nos parques.


E porque não? Uma porta lilás, lavanda.


O lugar onde agora existem os Kew Gardens vem a ser referenciado desde 1299 (dados recolhidos da wikipédia e do proprio site). Foram formalmente fundados como Royal Botanic Gardens em 1840. Fui lá nos anos 90 e é (mais um) lugar onde queria voltar.






Logo encontrei as camélias do meu encantamento, ainda plenas de cor, estando elas e eu mais a norte,


e o apontamento amarelo do passarinho e dos "daffodils".


Saturday, 18 July 2015

Londres VI - volta no Tamisa

Foi dado este passeio aproveitando um dos dias mais quentes: não consegui deixar de ir junto à água e no ponto do barco mais desabrigado para poder ver tudo. Assim, essa noite e no dia a seguir fiquei literalmente sem voz e com dores de garganta. Enfim, as pernas eram o menos mal...
Na volta de Greenwich parecia estar a ser transportada para "outro mundo".








Das fadas do rio, dos duendes da terra.
(nem me valia a pena estar a pensar nos nomes das torres e prédios e cúpulas; fascinante era vê-las assim!)

Thursday, 16 July 2015

Londres V - Greenwich

Onde passa o convencionado fuso horário do mundo, Greenwich é um lugar encantador, como uma pequena vila, civilizada perto-longe, um lugar agradável para viver.














Não fazia ideia que o Greenwich Park era uma colina com árvores e vistas largas, ali mesmo ao fundo da rua principal.
Reparar nas casas e frontarias, tão diferentes e não as posso mostrar todas...


No "Fish and Chips" tradicional, um terraço very british,


chegando ao Cutty Sark, o último veleiro de transporte de chá da Índia, construído em 1869. Procurar este símbolo (e outros!) acaba por me fazer descobrir curiosidades (imensas): foi também pertença de uma companhia portuguesa e rebaptizado "Ferreira", tendo efectaudo viagens entre Portugal e as "colónias", à época...