Thursday, 8 September 2022

Idanha-a-Velha 2A - Junho 2020

Num intervalo das desgraças anunciadas no início do ano 2020, do Covid, dos medos e máscaras a postos, para podermos estar fora de casa e evitar ajuntamentos, estivemos uns dias de Junho "nas terras de ninguém", Monfortinho. Na fronteira não se passava para Espanha, os guardas vigiavam e apenas deixavam circular os camiões depois de os verificarem. A nós se juntou num fim de semana, a pequena família para a Festa da "Pê", em S. Pedro-de-vir-a-Corça. Com eles fomos de novo, mostrar-lhes o que não conheciam, a Penha Garcia e a Monsanto. Foi quase uma aventura porque, na verdade estava quase tudo fechado para compras ou comidas, e quase não se via ninguém. Nos dias em que estivemos sozinhos, aproveitámos para voltar a sítios que conhecíamos e ver "outros". Mas agora apenas registo as (novas) visões de Idanha-a-Velha, em Junho de 2020. Reparando numa curiosidade: voltámos a Monfortinho de 5 em 5 anos: 2005, 2010, 2015, 2020!





  O recanto com o velho senhor meditando, em 2010
O mesmo lugar vazio, em 2020














As roupas seguem as modas...



Entre símbolos, a permanência das cegonhas

O largo e a amoreira resistente

A vigilância activa... novas famílias?




No finalmente: recupero uma foto de 2005 que procurei afanosamente no passado não-digital, com a ponte romana sobre o Rio Ponsul que tinha a certeza de ter visto e nunca mais notei. Antes de entrar na vila e no meio dos campinhos de couves e outros legumes caseiros.

Desfiar fios.
 

 

Tuesday, 6 September 2022

Idanha-a-Velha 1 D - Maio 2015

Sendo que desta vez vi com mais atenção, e desde a entrada, o Arquivo Epigráfico, aqui fica o registo de "outros olhares" sobre os ritos dos antecedentes romanos desta pequena povoação.





 



Andei a ler as curiosidades da tradução dos epitáfios. Alguns não os fotografei.

De saída. Um Maio pleno de verdes.


Idanha-a-Velha 1 C - Maio 2015

Preparo o olhar para as altitudes, os pássaros que não consigo apanhar com a máquina fotográfica mas ouço/ouvia, e os outros, nos seus ninhos ou vôos elegantes.

As águias


As cegonhas, as famílias



Visita ao antigo lagar de azeite

...como as variadas pessoas se portam na vida, ocorre-me o pensamento: "dois pesos e duas medidas"

Outros pormenores ao acaso dos passos


 

Este lintel no alto de uma janela numa casa arruinada, não encontrei sinal da sua origem. Lembrei-me de António Gedeão "base, fuste ou capitel", poderia ser esta a "Pedra Filosofal" dos velhos habitantes desaparecidos.



Da Sé Catedral e de novo olhando as escavações


"outras roupas" a corar ao sol, uso tão antigo que vejo ainda as peças desdobradas pelas mãos da minha Avó


Vê-se de todos os lados. Ainda a casa da família Marrocos envelhecendo inexoravelmente na sua imponência elegante.

 


Sunday, 4 September 2022

Idanha-a-Velha 1 B - Maio 2015

Vou pelas ruas das casas, dos muros, das flores... É um gosto de ver.

 

O correio "físico" na casinha de brincar, agora que tudo é por fios que não vemos nem tocamos...




A Amoreira do largo, pujante








Pois não são flores de jardim, são flores de muros... e dialogando com as pedras deles.