E, já agora, outro dos dias aproveitados nessa estadia de muitos pormenores que me ressaltam no pensamento. O calor da pequena família, a data dos sorrisos e lugares que, durante meses, tenho na "ideia".
Fomos com M. & M.!!! ao MAAC, Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, a propósito de um documentário que tínhamos visto há tempos. Daí ficar a conhecer as palavras e obras do Snr. Armando Martins e a história da sua colecção privada. Um homem de aparência afável, empresário do ramo imobiliário, que tem investido há décadas em arte, de acordo com os seus gostos heterogénios. Quadros e expressões artísticas desde o séc. XIX até aos contemporâneos. Ressalvando que comprou e reconstruiu primorosamente um palacete do séc. XVIII na Junqueira, também para um hotel de luxo, juntando-lhe ainda uma parte nova nas traseiras. Luxo-bom a que gostaria de aceder, por dentro, o que é visível pela decoração actual e as descrições que vi. São só 300 e tal euros por noite. Mas como a minha "actualização" de reforma foi de € 1,40, e julgo que lá o café será mais caro, só se for no próximo milénio!
Anyway, como gosto às vezes de dizer "qualquer caminho serve"... E o caminho da Arte é sempre um prazer.
A manhã dizia "sai" no horizonte limpo!
A cascata em mármoreA leveza da escultura e uma oliveira
Os salões e corredores impecáveis onde o olhar escorrega
"As Três Graças" Sarah Afonso, 1930Almada Negreiros, 1913
Um belíssimo quadro!
Este quadro é tão, sei lá, apelativo, que me prendeu os olhos com pormenores
Não aguento, as horas chamam-me para outros deveres, hei-de voltar aqui para o resto da desfiada Beleza que me transformou a tarde!