Um outro rumo, um outro mar. Já não se passava há décadas pelo Mosteiro da Batalha, assim se resolveu a visita desviando no caminho para a Praia Grande/Sintra.
Portal manuelino da Igreja Matriz do séc. XVI, quase insignificantes entre novas construções...
Uma casa senhorial e varanda para a rua séc. XVIII. Para uma terra que tem um mosteiro-património... é uma pena estar tão descaracterizada.
O enorme, belo e recortado Mosteiro de Santa Maria da Vitória, com todos os cantos e pormenores que me apeteceu "guardar". Foi mandada iniciar a sua construção pelo rei D. João I, em 1386, como agradecimento pela vitória sobre os castelhanos, na Batalha de Aljubarrota. Daí a estátua de D. Nuno Álvares Pereira.
Andando à volta dele, sente-se um encantamento e admiração por tanta exuberância: o mosteiro foi construído ao longo de...200 anos. Não admira que seja considerado uma mistura de estilo gótico tardio e manuelino. Símbolo da Dinastia de Aviz, sete dos nossos reis seguintes o acrescentaram, ou o alteraram. É contudo de uma notável elegância despojada no interior.
Vendo-se melhor atrás as Capelas Imperfeitas, ou seja, não acabadas, iniciadas pelo rei D. Duarte em 1434.
Um relógio de sol na pedra carcomida
A engraçada posição destas pequenas figures pensantes
Tinha que voltar atrás, na vida, para o significado de tantos pormenores curiosos!
2 comments:
É um dos meus monumentos preferidos.
Já não o visito há uns anos...
Estas fotos são recentes?
Não, são de 2009. Estas são as revistas/revisões dos passeios que fui dando, e agora recordo com mais pormenores e informações, a partir das fotografias que tenho no pc.
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