Tuesday, 17 August 2021

Vigo, de novo e de sempre

Em casa, vejo o pôr do sol pelos reflexos. Os prédios do lado de lá e os de longe. Reparo nas janelas algures, que são Nascente-Poente. Pelo meio, apareceu um "bunker" que é mais um supermercado espanhol de compras; onde, por acaso ou não, nunca entrei. A árvore já não existe há muito, há umas ainda raquíticas provavelmente destinadas aos meus sucessores. A casa do lado está decaída e de-caída há mais de 40 anos, alguém ganha dinheiro, tendo tempo e oportunidade para isso, com ruínas... E depois, vemos e ouvimos e lemos, os bancos a ganir.

Mas isto sou eu, com as minhascoisassoltas, enredada em tudo o que sei, e fui sabendo, para trás. A experiência não me serve literalmente para nada.


Agarrar as cordas para não perder o rumo é muito intenso e esforçado. Procurei, na área de serviço respectiva, notícia deste conjunto que acho muito bem conseguido; não encontrei.


Entrada na cidade, com cavalos à solta

e logo os recortes que mais gosto: as ilhas

E ficar até à quase noite, na deserção das almas e dos corpos,

Esta Méson já era conhecida, o polvo à galega e etc. Reencontro confortável.



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